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Não encontrei referências a estudos que confirmem isso. O boato de que música clássica contribui para atividades cognitivas é baseado em um estudo real cujas conclusões foram exageradas.

Em 1993 [1], pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que ouvir música clássica por dez minutos melhorou o desempenho de cobaias no teste de inteligência Stanford-Binet. Muita gente rapidamente abraçou os resultados com entusiasmo, inclusive apelidando o fenômeno de Efeito Mozart.

O colunista Alex Ross, do The New York Times, afirmou que "pesquisadores descobriram que ouvir Mozart deixa você mais inteligente" [2].

O que deixou de ser divulgado, todavia, é que os efeitos benéficos da música foram comprovados por um período que varia entre dez a quinze minutos. Outro ponto negativo desse estudo é que foi avaliado o desempenho de apenas trinta e seis pessoas. Não havia tampouco informação suficiente para alegar que qualquer música clássica beneficia os estudos, já que apenas uma melodia de Mozart foi testada (sonata para dois pianos em D maior, K. 448).

 

Referências

[1] RAUSCHER, Frances H. SHAW, Gordon L. Ky, Katherine N. "Music and spatial task performance". Nature, 1993. p. 365. Disponível em: https://www.uwosh.edu/psychology/faculty-and-staff/frances-rauscher-ph.d/Rauscher_ShawKy_1993.pdf

[2] http://www.nytimes.com/1994/08/28/arts/classical-view-listening-to-prozac-er-mozart.htmlhttp://archive.is/Bg1p

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Acho que isso depende muito da pessoa. No meu caso ajuda bastante, pois tenho déficit de atenção e qualquer tipo de som diferente na rua ou conversa me faz perder o foco.
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Tambem acho que depende da pessoa. Eu, por exemplo, fico com bastante sono.

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